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sábado, 5 de novembro de 2011
Empresa caxiense é exemplo na inclusão de pessoas com deficiência - 08/10/2011
Marcopolo emprega 290 PCD's no programa Envolver - por Ana Demoliner
Enquanto algumas empresas na cidade alegam dificuldades para conseguir cumprir a Lei 8.213/91 (que prevê que organizações com mais de 100 trabalhadores devem cumprir uma cota de Pessoas Com Deficiência), outras cumprem o número previsto e vão além.
A Marcopolo, empresa caxiense fabricante de carrocerias de ônibus, emprega 290 PCD's no seu programa de inclusão chamado Envolver. Tendo como alguns de seus objetivos possibilitar a igualdade de oportunidades de qualificação profissional e perceber a pessoa com deficiência como um trabalhador capaz, com necessidade de autorrealização, o programa existe nos moldes atuais desde janeiro de 2008.
Osmar Piola, gerente de Recursos Humanos da Marcopolo, conta que o projeto oportuniza a inclusão de todos os tipos de deficiência (visual, auditiva, física, mental, reabilitação e múltiplas).
— Fizemos um diagnóstico de todo o desenho físico dos locais de trabalho e os adequamos para receber bem a pessoa com deficiência.
A contratação é realizada após testes de seleção adequados ao deficiente e aplicados pela agência recrutadora. Depois de serem efetivados, os PCD's passam pela Escola de Formação Profissional da Marcopolo e pelos processos de capacitação.
— Eles ficam na escola até estarem preparados para assumir suas funções. Tem gente que fica três meses, tem gente que fica oito... — explica Piola.
Na empresa há 10 anos, o deficiente físico Iverissius Antunes da Silva, 31, acredita que programas de inclusão são fundamentais para dar oportunidades aos PCD's.
— Todo tipo de incentivo é importante. Nunca me senti diferente de ninguém, mas tem deficiente que se torna mais deficiente por se sentir excluído de todo mundo.
Vice-Diretora dispõe-se a prestar AEE - 15/10/2011
Mundo Encantado
Jackson Rafael Ferreira Bottim, seis anos, é esperto, ativo, sedento pelo aprendizado. Mal as conhece, o menino se familiariza com letras e sílabas. Vítima de um atropelamento em Garibaldi, no ano passado, Jackson ficou tetraplégico. Após três meses de internação, precisou mudar-se com a família para Caxias do Sul, onde o plano de saúde oferece regime domiciliar de UTI.
Uma vez por semana, o menino viaja ao Mundo Encantado de Jackson. Quem o convida é a professora Marivane Carvalho da Rosa, 36, que realiza ensino a domicílio. Vice-diretora no Colégio Estadual Henrique Emílio Meyer, ela dispôs-se a prestar os atendimentos diante da solicitação da 4ª Coordenadoria Regional de Educação (4ª CRE).
– Já havia feito cursos na área de educação especial. Me prontifiquei porque gosto, faço questão. Não é por remuneração, já que não temos acréscimo salarial – pontua.
Junto à professora de alfabetização na escola, Marivane planeja as aulas levadas nas manhãs de segunda-feira ao aluno. O contato continua por meio de e-mails ao longo da semana, já que a educadora envia atividades e recados à família.
– Mostro as atividades do Jackson aos colegas. Fizemos uma gincana e gravei ele entoando o grito de guerra para exibir aos jurados – conta a professora.
Ao passear pelo Mundo Encantado de Jackson, o menino aprende sobre cada letra do alfabeto. No dia da letra “r” , por exemplo, Marivane coroou os pais para referenciar as palavras rei e rainha.
– Ele adora a profe, até porque ela é colorada. Um dia, quando a Marivane entrou no quarto, ele começou a chorar, disse que estava com saudades – relata a mãe, Simone Ferreira, 33.
A emoção não é exclusividade do aluno. Marivane conta que, provocado a cantar uma canção dedicada à professora, Jackson entoou a versão em português de Hey Jude (dos Beatles), que propõe uma visão positiva do mundo.
– Ele mudou a minha vida pela força que tem – explica ela.
Segundo a 4ª CRE, o atendimento a Jackson deve ser ampliado para duas vezes por semana em breve.
- Desde o último ano, escolas estaduais e municipais de Caxias se adequam às Salas de Recursos. Nestes espaços, alunos com necessidades especiais recebem atividades específicas, de acordo com suas deficiências, no turno contrário ao ensino regular.
- Antes, o atendimento ocorria somente nas Classes Especiais, onde crianças e adolescentes com dificuldades formavam uma turma única, sem que houvesse inclusão com os demais colegas.
- Caxias tem cerca de 29 Salas de Recursos e uma professora itinerante nas escolas estaduais. No ensino municipal, são 70 Salas de Recursos, mais duas professoras itinerantes para a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Ainda há poucas Classes Especiais em funcionamento na rede pública.
É lei
O direito de alunos com necessidades especiais receberem atendimento domiciliar está previsto nas legislações estadual e municipal.
"Um Dia Feliz" - em 08/10/2011 alunos participam da atividade
A ação social, que ofereceu brincadeiras, atividades e lanches aos pequenos, foi promovida pela Fundação Marcopolo - por Vania Marta Espeiorin
Cerca de 1,5 mil crianças e adolescentes de Caxias do Sul gastaram muita energia na tarde deste sábado, durante a 11ª edição da ação social Um Dia Feliz. Das 14h às 17h, eles se divertiram na cama elástica, no joão-bobo, no escorregador, entre outras brincadeiras e atividades que a Fundação Marcopolo preparou na sua sede recreativa.Alunos e integrantes de 12 entidades beneficentes e escolas da cidade participaram das atividades. A ação busca proporcionar aos pequenos um encontro marcado pela alegria, informa o diretor da Fundação Marcopolo, Jader Vaniel.
A ação social Um Dia Feliz deste ano foi coordenada pela analista de responsabilidade social da fundação Creice Pellin Santiago. Cerca de 100 voluntários e funcionários da Marcopolo ajudaram na organização da iniciativa, que teve também a colaboração da Bragé Transportes e Turismo, Sorvelândia, Q' Delicia e Marko Desenhos.
Confira a reportagem na íntegra no endereço:
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